segunda-feira, 9 de junho de 2008

Trovador Solitário


Fonte JB online:
Em 1982, o rock nacional ainda estava sendo descoberto em festinhas e shows esporádicos. Mas já havia, em Brasília, uma cena roqueira com ascensão, decadência, evoluções – e que, naquele momento, saltava da crueza para a profissionalização. Entre o Aborto Elétrico, sua primeira banda (1978-1982), e o Legião Urbana, grupo que o tornou conhecido em todo o país (1982-1996), Renato Russo esboçara carreira solo, durante a qual, acompanhado apenas de um violão, abria shows de amigos, repassando algumas canções de sua ex-banda e tocando músicas novas. Esse desconhecido período chega às lojas em julho, pelo selo Discobertas, do pesquisador Marcelo Fróes. No nome do disco, o pseudônimo que Renato usava na época: O trovador solitário. O material foi extraído de uma fita gravada por Renato em seu quarto, só com voz e violão, em algum dia de 1982.

A pedido da família de Russo, Fróes levantou, entre 2000 e 2001, todos os tapes que o cantor guardou em seu apartamento em Ipanema até morrer, em 1996 – tal pesquisa gerou projetos como o CD Renato Russo presente (2003) e os DVDs Renato Russo Celebração (2005) e Entrevistas MTV (2006). Mas a fita do Trovador Solitário só foi descoberta em Brasília pela irmã do cantor, Carmen Manfredini.

– Não havia cópia dessa fita nos guardados do Renato – conta Fróes, que já viu esse material circular em versão pirata entre fãs. – Ela tinha sido bastante copiada e ouvida entre os amigos do Renato, mas ainda era praticamente uma lenda. O som original era bom, mas a qualidade dessas cópias em CD, muito ruim.
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