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- Rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol;
- Finalista da Copa Sul-Americana, após vencer o Palmeiras no Pacaembu...
O Goiás é, provavelmente, o primeiro Clube com transtorno bipolar da história do futebol.
| Dilma | Serra |
Norte | 57,43 | 42,57 |
Nordeste | 70,58 | 29,42 |
Sudeste | 51,88 | 48,12 |
Sul | 46,11 | 53,89 |
Centro Oeste | 49,08 | 50,92 |
O cantor norte-americano de soul Solomon Burke, ganhador do Grammy e membro do Hall da Fama do Rock, morreu neste domingo no aeroporto Schiphol, em Amsterdã.
O músico, que tinha 70 anos, morreu após chegar de um voo de Los Angeles, nos Estados Unidos, segundo o canal CNN.
Para o produtor Jerry Wexler, Burke era "o melhor cantor de soul de todos os tempos", segundo a biografia do cantor no Hall da Fama do Rock.
Nascido na Philadelphia, Burke era conhecido por canções como "Cry to Me," "Just Out of Reach (Of My Two Open Arms)" e "Got to Get You Off My Mind".
O músico teve o auge da sua carreira na década de 1960, mas voltou a ganhar destaque ao ganhar um prêmio Grammy em 2002 pelo álbum "Don't Give Up On Me."
Para ver o mestre em ação, clique AQUI
La Argentina está palpando los beneficios de tener como vecino a la octava economía del mundo. El último informe del Fondo Monetario Internacional revalidó los títulos de Brasil, que ya se posiciona en el top ten de las grandes economías, relegando a España al noveno lugar.
En el informe dado a conocer semanas atrás, el FMI estima que el PBI nominal de nuestro vecino habría superado los US$1,8 billones en el último año. Tamaña expansión termina derramándose sobre la economía local a través de varias vías, entre ellas el comercio exterior, las inversiones y el turismo.
Si bien Brasil ya juega en las grandes ligas y planifica su economía con la mirada puesta en Asia, Estados Unidos y en Europa antes que en América Latina, mantiene con la Argentina una relación estrecha, que le saca varios cuerpos de ventaja a la vinculación que tiene con los otros países de la región.
Por AIRTON GONTOW*
Há cerca de cinco anos fui a um conhecido programa esportivo de televisão e tive de interromper abruptamente o apresentador quando este indagou se eu achava que o Internacional tinha chances de ser tetracampeão brasileiro: “Sei que sou convidado, mas tu deverias aprender a perguntar direito. Aliás, o Procon deveria fazer algo contra esse clube que vende camisetas, bandeiras e títulos de sócio dizendo que é internacional, mas não é. É Nacional de Porto Alegre! Tem Nacional em Manaus. Tem Nacional em São Paulo. Tem Nacional em Porto Alegre. Esse time nunca ganhou nada lá fora!”, afirmei.
Quando saí do estúdio e liguei o celular havia dezenas de mensagens de amigos gaúchos elogiando a minha performance. Gremistas e colorados esportistas, que sabem que a gozação e o bom humor são fundamentais para o futebol e a vida.
Passados alguns anos, meu bom humor acaba quando vejo que a história do Nacional já não faz nenhum sentido.
Em curto espaço de tempo o Inter conquistou a Libertadores, o Mundial, a Copa Sul-americana e, agora, se aproxima do Bi da América, igualando o feito do Grêmio.
Além disso, faz que nós gremistas estejamos apavorados diante da perspectiva do Bi do mundo pelo Colorado, que deixaria todos nós vermelhos, ops, azuis de vergonha e constrangimento, depois de tantas e tantas brincadeiras – durante 23 anos! – em cima do tradicional adversário.
E o pior é que as perspectivas são terríveis.
Ainda que todo o título tenha uma dose de sorte, o colorado gaúcho tem feito a coisa certa nos últimos anos, com uma administração modelo, e tem tudo para conquistar mais títulos.
Por isso, garanto agora neste blog, diante de todos os leitores, que se o Inter ganhar hoje eu viro Inter!
Não dará para aguentar novamente o mundo vermelho!
Nem adiantará fugir do país ou do continente, já que sempre haverá um colorado a nos azucrinar, seja pessoalmente ou pela INTERnet.
Não adianta nem mesmo apelar ao Obama para que retome o plano de levar o homem a Marte.
Não há tempo hábil. Além disso, lá o planeta é sempre vermelho!
Só me resta virar Inter desde criancinha.
Estarei em frente à TV no final de ano, torcendo desesperadamente na final de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes.
No Inter, agora, Milito.
Ou melhor: Milito, Júlio César, Maicon, Cambiasso, Lúcio, Zanetti, Sneijder e todos os outros.
Inter! Inter! Inter! Viva a Inter azul da Itália!
Ai, Eto’o maluco…ai, Eto’o maluco…
*Airton Gontow, 48 anos, é jornalista e cronista.
Nenhuma agência de publicidade contratado pelo governo alemão conseguiria polir melhor a imagem da Alemanha no exterior como fizeram Müller, Özil, Schweinsteiger e Khedira. No exterior, a Alemanha sempre foi reconhecida por sua alta motivação, moral e disciplina, e agora também pela leveza e beleza. Tudo isso se deve ao novo estilo do futebol, que celebra um time cuja metade dos jogadores é fruto da imigração.
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Isso surpreende devido ao fato de muitos alemães continuarem negando que a Alemanha seja um país de imigração. A entrada no país de pessoas com outra crença, pele escura e nomes impronunciáveis é vista como problema, e não como oportunidade. O futebol, que para muitos é a futilidade mais bonita do mundo, ensina o setor político e outros setores da sociedade como fazer uma integração bem-sucedida.
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Falar sobre futebol é sempre também falar sobre o país que o time representa. O futebol alemão teve sucesso por décadas. Combatividade, disciplina tática e absoluta vontade de vencer foram as virtudes que se sobressaíram nos triunfos do passado: "Futebol é um jogo de onze contra onze e no fim vencem os alemães", disse uma vez Gerry Linneker, goleador da seleção inglesa da década de 1980. E ele descreveu nada mais do que a grande eficácia do futebol made in Germany. Isso se aplicava ao sucesso econômico do país: o futebol alemão era a imagem da economia alemã.
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A Holanda chegou à sua terceira final de Copa. Se não vencer domingo, vira uma espécie de Vasco da Gama dos Mundiais: nenhuma outra seleção tem três finais e nenhum título. Breve lista das equipes que, até hoje, foram no máximo vice-campeãs mundiais: Tchecoslováquia (1934 e 1962), Hungria (1938 e 1954), Suécia (1958) e Holanda (1974 e 1978).
Se vencer, a Espanha dificilmente escapa de uma histórica marca negativa: será o pior ataque de uma seleção campeã em todos os tempos. Para fugir desse recorde os espanhóis precisarão vencer por 5 gols de diferença, já que marcaram apenas 7 vezes até aqui. Atualmente os piores ataques campeões são os da Itália de 1934, da Inglaterra de 1966 e do Brasil de 1994 - todos com 11 gols.