segunda-feira, 4 de maio de 2009
Enquanto isso, no rodízio...
Primeiro prato (800g): Arroz, feijoada, cupim, picanha, coração de galinha e tomate.
- Estômago: - Tá de sacanagem, né? Duas rodelas de tomate? E essas carnes mal-passadas? Pelo menos mastiga direito essa porra.
Segundo prato (550g): Arroz, costela, picanha, alcatra e salada de maionese.
- Estômago: - Chega de carne, cara, não cabe mais nada aqui. Lembra daquela úlcera? Tá faltando pouco pra cicatriz abrir. Tu quer fuder com tudo, né ? Manda um pouco de água.
Bebida: Coca-Cola 600ml
- Estômago: - Seu imbecil, eu falei um pouco de água.
- Eu: - Ué, Coca-Cola tem água. E ainda ajuda a dissolver a carne.
- Estômago: - Coca-cola tem o inferno dentro, porra. Tá fudendo aqui com o suco-gástrico.
- Esposa: - Amor, com quem você tá falando?
- Eu: - Nada, não, tô pensando alto.
Sobremesa: 300g de pudim.
- Estômago: - Eita porra, cabe mais não. Tá ouvindo?
- Intestino: - O que tá acontecendo aí em cima? Que zona é essa?
- Estômago: - O cara tá empurrando comida. Agora veio pudim pra dentro. Não sei mais o que fazer.
- Intestino: - Vamos mandar direto.
- Estômago: - O quê?
- Intestino: - É isso aí, operação descarga.
- Estômago: - Cara, o cérebro não vai gostar.
- Intestino: - Foda-se o cérebro, ele nunca veio aqui em baixo pra saber como são as coisas.
- Estômago: - Vamos dar mais uma chance pra ele. Eu acho que ele não vai mais...
Bebida 2: Cafezinho.
Estômago - Filho de uma puta. Vou explodir.
Intestino - Operação descarga iniciando. Anda, libera o canal do duodeno que eu já tô conversando com o esfíncter.
Coração - Que que tá havendo aí embaixo? A adrenalina tá aumentando muito.
Intestino - Operação descarga.
Coração - Quem autorizou isso? O cérebro não me mandou nada.
Estômago - Foda-se aquela geléia! Nem músculo tem.
Intestino - É isso aê, foda-se essa géleia inútil. Vinte segundos pra abrir o esfíncter anal. Quero ver o ânus arder com esse suco gástrico.
Esposa - Amor, você tá passando bem? Tá suando todo, aonde você vai?
Eu - Preciso ir ao banheiro, urgente. Paga a conta e me espera no carro.
Esposa - O que você comeu?
Eu - Não sei. Acho que foi o tomate.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Lá fora eles tentam proteger os cinemas
Fonte: BBC Brasil
Cerca de 600 pessoas realizaram no sábado uma vigília à luz de velas para protestar contra planos da Igreja Universal do Reino de Deus de transformar um cinema histórico do leste de Londres em um templo.
O prédio do EMD Cinema, inaugurado em 1887 como um salão de baile no bairro de Walthamstow, foi fechado em 2003, quando foi comprado pela igreja do bispo Edir Macedo.
Na época os planos para a conversão foram rejeitados pela administração regional de Waltham Forest. Mas agora, segundo a McGuffin Film Society, que lidera o movimento pela preservação do cinema, a Igreja Universal estaria novamente negociando a abertura do templo.
"A Igreja Universal contratou a empresa de marketing Remarkable Group para conseguir emplacar seus planos", diz a McGuffin em seu site. "Esta empresa é conhecida por ter clientes de peso, como a British Airways, a BMW e a GlaxoSmithKline."
Hitchcock e Beatles
Terry Wheeler, membro do gabinete de empreendimento e investimento de Waltham Forest, disse à BBC que o pedido da Igreja Universal junto à administração regional será analisado como "de costume", inclusive com uma consulta pública.
A ONG quer que a administração regional ofereça à Igreja Universal outro prédio desocupado, ao lado do cinema, e que este seja adquirido por empresários que queiram reabrir suas salas de projeção.
O EMD Cinema é conhecido em Londres por ter sido frequentado pelo cineasta Alfred Hitchcock quando criança, além de ter sido palco de shows dos Beatles, dos Rolling Stones e do The Who.
Durante a vigília, da qual participaram moradores de Walthamstow e atores britânicos, os manifestantes usaram máscaras com o rosto de Hitchcock e projetaram sua imagem na fachada do cinema.
A BBC não conseguiu entrar em contato com representantes da Igreja Universal para comentar sobre o assunto.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Brasília 49 anos - A Festa (2)

Em seu BLOG , o jornalista, publicitário e poeta Alexandre Marino também desce a lenha na programação "cultural" da festa dos 49 anos de Brasília, com o auxílio luxuoso de Quino, como se vê acima. Vale muito a pena ler.
Brasília 49 anos - A Festa
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Piada pronta da semana
sexta-feira, 17 de abril de 2009
A Carne É Fraca....
Que o diga Mel Gibson, um dos últimos baluartes do conservadorismo no cinema americano. Depois de décadas de casamento, aparentemente "Mad Max" não conseguiu resistir aos encantos de Oksana Pochepa, 24 anos, o que já resultou na mulher de Gibson dando entrada no pedido de divórcio. . O imbroglio já gerou declarações da Igreja no sentido de que "o casamento é para a vida toda". Gibson aparentemente concorda, mas, convenhaos, a carne é fraca...
http://www.foxnews.com/story/0,2933,516217,00.html
Ex-conservador, Mel Gibson não parece estar muito abalado com a sua fase atual de "neopecador".
Oksana tirou Mad Max do sério
Presidente Lula em South Park

Na última quarta-feira (15), foi ao ar nos Estados um episódio da série de animação South Park em que Lula aparece em formato de desenho.
Na história, os personagens pedem ajuda para diversos líderes mundiais para lutarem contra uma invasão de alienígenas e o Presidente aparece sentado com a bandeira do Brasil ao fundo.
Achei uma bela homenagem ao, chamado por Obama, presidente mais popular do planeta Terra.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Do blog do reinaldo Azevedo.
A convite do site Ordem Livre, escrevi um texto respondendo a uma questão proposta pela Templeton Foundation: será que o livre mercado corrompe o caráter? O Ordem Livre traduziu a resposta dada por alguns especialistas mundo afora e convidou personalidades de países de língua portuguesa para escrever sobre a mesma questão.Abaixo, reproduzo o texto. Aqui, um pouco mais do Ordem Livre segundo ele mesmo: “OrdemLivre.org é um projeto da Atlas Global Initiative em cooperação com o Cato Institute. Como parte de uma organização independente, sem vínculos partidários, não aceitamos qualquer financiamento estatal. Todo o nosso suporte vem de contribuições voluntárias e da venda de publicações.”
Os princípios declarados do Ordem Livre são estes: liberdade individual, mercado livre, paz e governo limitado. Também são os meus. Responderam a mesma pergunta, entre outros, Jagdish Bhagwati, John Gray, Michael Novak e Kay S. Hymowitz. Segue o meu artigo.
*O LIVRE MERCADO INVENTOU O CARÁTER
O mercado não poderia responder pela corrosão do caráter porque o caráter, como o entendemos, é uma construção do próprio mercado.
Todas as línguas de cultura devem a origem dessa palavra, primeiro, ao grego e, depois, ao latim. “Caráter”, no idioma de Cícero, significava, originalmente, o ferro em brasa com que se marcavam os animais. Por metonímia, passou a indicar a marca que esse instrumento deixava. O tempo e a metáfora se encarregaram de fazer com que a palavra designasse o conjunto de valores cultivados por um indivíduo. Esse conjunto se torna a sua marca particular, aquilo que o distingue, uma moral privada estampada a fogo na consciência. Só pode haver “caráter” se há indivíduo.
Por que sustento que a sociedade de mercado inventou o caráter? Porque ela é uma condição necessária, embora não suficiente, da liberdade. E não pode haver individuação onde não há escolha. Não é por acaso que as mais eloquentes fábulas antiutópicas — como Nós (Ievguêni Zamiátin), Admirável mundo novo (Aldous Huxley), 1984 (George Orwell), O Processo (Kafka) e O zero e O Infinito (de Arthur Koestler, a melhor de todas elas) — flagrem justamente o indivíduo contra o “ser coletivo”, que é uma invenção do Estado. Trata-se do contraste entre o homem de caráter e aqueles que se fazem meros funcionários de uma ordem cuja única preocupação é garantir a própria sobrevivência.
Os dias que correm, depois da crise financeira que varreu o mundo, são especialmente propícios à hostilização do mercado, que propiciaria a ganância. Ambições desmedidas, típicas das sociedades capitalistas, teriam conduzido o mundo à beira do abismo. Não fosse a vontade de lucrar, não fosse a vã cobiça, dizem os sacerdotes das catacumbas do estatismo, tudo seria diferente.
Bem, nem vou me ocupar — quer porque óbvio, quer porque outros já o fizeram — de demonstrar que o ciclo de prosperidade econômica que antecedeu a crise tirou milhões de pessoas da miséria e forneceu o capital necessário para a revolução tecnológica, que não ficou restrita ao setor financeiro. Os inimigos do capitalismo detestam constatar que o dinheiro de um “maldito especulador” financia o desenvolvimento de vacinas e de máquinas agrícolas, que salvam a vida de milhões. Na sua fantasia, isso tudo é obra da benemerência e do humanismo abstrato. Seria igualmente ocioso lembrar aqui como andou o caráter nas sociedades que decidiram abolir o mercado ou que houveram por bem submetê-lo a um rígido controle do Estado. Os vários fascismos e as várias faces do socialismo real — e só houve o real, não é? — deixaram um rastro de mortes, de desolação, de desastres.
O que corrói o caráter — na verdade, o destrói — é a tirania. Chamo de “tirania” a impossibilidade de se organizar qualquer forma de resistência à vontade oficial, quando os próprios indivíduos já não podem mais exibir seus traços distintivos, suas marcas particulares, porque perderam a vontade da autonomia. Quem chegou mais perto da plena caracterização dessa sociedade foi o teórico comunista Italiano Antonio Gramsci. Para ele, o lugar que Maquiavel reservara ao “Príncipe” seria ocupado por um partido político — no caso, o Partido Comunista —, que ele chamava “Moderno Príncipe”.
Nenhum daqueles antiutopistas que citei acima chegou aos pés de Gramsci quando ele relata o papel que o “o partido” deveria ocupar na sociedade: “O Moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que seu desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar seu poder ou para opor-se a ele. O Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume.”
Nos países campeões da corrupção, o que se tem é mercado de menos, não mercado demais. Em alguns casos, e o Brasil tem larga experiência no assunto, gangues se apropriam de estruturas estatais para impor a sua vontade e cuidar dos seus interesses particulares. O regime é só uma derivação pervertida da economia de mercado. A fraude numa licitação ou o sobrepreço numa obra pública, por exemplo, têm origem na corrupção do caráter do agente público, que pode fraudar as regras sob o abrigo da lei.
Rotineiramente, o Estado, sob o pretexto de moralizar a sociedade de mercado, inventa o pecado para, depois, definir a penitência dos agentes privados que ele se encarregou de perverter. E o faz oferecendo ainda mais controle estatal e, pois, mais chances e instâncias de mediação para o exercício da corrupção. Entendo que a tarefa dos homens livres é lutar para conter os apetites deste ente pantagruélico. É fato que pagamos um preço por viver em sociedade. Mas tem de ser um preço justo. O melhor instrumento para manter a détente entre indivíduo e estado é a sociedade da regulação: agências independentes do governo e do mercado — e vigiadas por ambos — devem se encarregar de fazer valer a lei... de mercado!
A idéia de que o mercado corrompe o caráter nasce da suposição de que possa haver um sistema perfeito, capaz de livrar os homens de suas paixões, levando-os, então, à plena liberdade. A história demonstra ser essa uma fantasia liberticida. “Liberdade! Quantos crimes se cometem em teu nome”, exclamou certa mocinha a caminho da guilhotina, para satisfazer a sede de sangue do justiceiro Robespierre. Ademais, lembremo-nos de uma frase de Goethe, que parece sintetizar à perfeição o totalitarismo: “Ninguém é tão desesperadamente escravizado como os que acreditam que são livres”. Os regimes totalitários, como aquele imaginado por Gramsci, querem dar essa impressão de liberdade.
Livre mesmo é só o homem que sabe que tem de lutar para conter todos os apetites que querem escravizá-lo. E essa é uma tarefa da consciência individual, não do Estado.E encerro com uma constatação e um enigma. A primeira medida de um regime de força é suspender o habeas corpus; a segunda é tabelar preços. Tenho a certeza de que isso quer nos dizer alguma coisa. O que será?
quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Oportunidade Imperdível
Seguinte galera: a tia Hillary está atulhada de papagaios do dinheiro gasto nas primárias que perdeu para o Obama e que não pode pagar agora.
Por isso, ela resolveu fazer uma rifa, e adivinhem qual será o prêmio:

http://www.foxnews.com/politics/first100days/2009/04/10/clinton-tries-pay-debt-raffling-day-husband/
Isso mesmo, um dos prêmios é passar um dia inteiro com Bill Clinton em Nova York. Já pensaram nisso? Um dia inteiro com o Tio Bill? É uma oportunidade única de se conhecer uma personalidade histórica e ainda por cima colaborar para manter as contas da Tia Hillary em dia (a notícia está assim não fui em que inventei). O que vocês estão esperando? É só não distrair muito com o Tio Bill que tudo correrá bem. Ah sim, o segundo prêmio segundo um dos leitores que comentaram a notícia é passar 2 (dois) dias com o Bill ( o prêmio de consolação deve ser um dia com a Hillary).
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Gostei desses caras!



Um desenho animado com olhar irreverente e de humor negro sobre o conflito entre israelenses e palestinos está causando polêmica em Israel e no mundo árabe.
Ahmed and Salim
Os personagens principais são dois jovens palestinos, filhos de um "arquiterrorista", que só se interessam por TV e computador
O objetivo dos criadores do desenho é veicular um seriado na televisão, mas até agora nenhum canal demonstrou interesse
Os episódios podem ser assistidos no site http://www.ahmedandsalim.com/O desenho animado Ahmed and Salim, de autoria do artista gráfico Tom Trager e do editor de vídeo Or Paz, já tem seis episódios divulgados no site YouTube, de cerca de quatro minutos cada. A audiência já passou de 500 mil internautas."Ao contrário do que vocês podem pensar, não temos nada contra árabes, simplesmente não gostamos de gente em geral", anunciam Trager e Paz em seu site."Em caso de perguntas, ameaças de morte ou comentários, entrem em contato conosco", convidam os autores."










